Residentes

GABRIEL MUNIZ (Residente) – 33 anos, Natural do Recife-PE, reside atualmente em Porto Alegre-RS. Possui graduação em Design Gráfico pelo Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) e graduação em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

Desde 2003 desenvolve trabalhos relacionados a audiovisual, ilustração e design gráfico; É técnico de som direto e pesquisador autônomo do campo de sonoridades em suas relações com artes, tecnologia, design, meio ambiente e espiritualidade; buscando aprofundar este campo numa perspectiva afrocêntrica. Atua na militância junto às comunidades quilombolas de Porto Alegre a partir da Frente Quilombola RS e enquanto cineclubista / educador popular em comunidades negras de Recife/Olinda-PE junto ao Cineclube Bamako, pelo qual também realiza produções audiovisuais;

Também é educador popular com experiências em arte e tecnologia pelo Centro de Comunicação e Juventude do Recife (CCJ Recife); Oi Kabum! Escola de Arte e Tecnologia Recife; e projeto Telinha na Escola Recife + Itinerâncias nos estados do Tocantins e Pará.

Portfolio

IRLA FRANCO (Residente) – 32 anos, Recifense morando no Rio de Janeiro há 7 anos. Graduanda na Licenciatura em Cinema e Audiovisual da Universidade Federal Fluminense onde ancorou profissionalmente, antes navegando pela produção cultural e pela eletrônica.

Hoje microfonista e técnica de som direto freelance já trabalhou em curtas, longas e institucionais. Estuda as paisagens sonoras diaspóricas na intenção de reconstituir as escutas do passado e assim entender o presente para afinar o ouvido do afrofuturo.

Portfolio

DIANE LIMA (Mentora) – Curadora independente e diretora criativa. Mestra em Comunicação e Semiótica na PUC-SP, seu trabalho concentra-se em experimentar práticas artísticas e curatorias multidisciplinares, desenvolvendo dispositivos de aprendizado coletivo com foco em processos de criação e produção de conhecimento. Em 2014 fundou a plataforma NoBrasil criando o projeto AfroTranscendence (Red Bull Station/Galpão VideoBrasil), programa de imersão em processos criativos para promover a cultura afro-brasileira contemporânea e que resultou no filme Tempo de Cura, selecionado em diversas mostras de cinema do Brasil.

Entre os anos de 2016 e 2017 assinou a curadoria do Festival de Cinema Africano do Vale do Silício, a criação do A.Gentes – Programa de Imersão em Questões Raciais voltado para os funcionários do Itaú Cultural, além de ter sido curadora na mesma instituição, do Diálogos Ausentes, programa que durante um ano e meio, discutiu a presença dxs negrxs nas mais diferentes áreas de expressão culminando com a exposição homônima nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro.

Em 2018, é a curadora do Valongo Festival Internacional da Imagem, integrante do Grupo de Críticos de Arte do CCSP-Centro Cultural São Paulo, além de ser jurada de diversas comissões de seleção e premiação como Prêmio Bravo! de Cultura, Prêmio EDP nas Artes do Instituto Tomie Othake e Artsonica do Oi Futuro. Colaborou para a Revista Bravo! e recentemente teve texto publicado na Antologia Histórias Afro-Atlânticas do MASP.