Documentário

Série independente de filmes documentais em progresso, OuvidoChão – Identidades Quilombolas é um aprofundamento da pesquisas teóricas e práticas sobre paisagens sonoras relacionadas a Lugares, Territorialidades e Identidades Espaciais em Territórios Negros. As primeiras produções têm sido realizadas em quilombos urbanos de Porto Alegre, como iniciatiava de Gabriel Muniz (Coletivo Bamako) que vêm somando parceires neste desenvolvimento: es quilombolas entrevistades Mestre Jaburu, Seu Tilmo (Quilombo Fidélix) e Geneci Flores (Quilombo Flores) – que são integrades no processo criativo; e o fotógrafo Douglas Freitas, que tem feito as imagens do segundo episódio.

OuvidoChão – Identidades Quilombolas / Ep. 1: Quilombo Fidélix

Mestre Jaburu e Sr. Tilmo no Quilombo Fidélix em performance com berimbau e serra elétrica

SINOPSE: Buscando retratar paisagens sonoras em territórios quilombolas, este documentário em progresso aborda a memória e a construção de identidades quilombolas a partir de dois personagens, moradores do Quilombo. Seu Tilmo é pedreiro com larga experiência e que construiu boa parte das casas do quilombo. Mestre Jaburu é mestre de Capoeira e realiza um trabalho de difusão da cultura ancestral no território. Ambos falam de suas acolhidas no quilombo, suas lembranças na relação com o território e com as sonoridades quilombolas.

Realização: Cineclube Bamako
Roteiro e Direção: Gabriel Muniz

Porto Alegre, Novembro de 2019.

OuvidoChão – Identidades Quilombolas / Ep. 2: Quilombo Flores

Atualmente em fase de pós-produção. Lançamento em breve.

Geneci Flores em entrevista

SINOPSE: Buscando representar paisagens sonoras de territórios negros, OuvidoChão é um documentário em progresso que aborda a memória e a construção de identidades quilombolas. Neste segundo episódio, acompanhamos o Quilombo Família Flores a partir de lembranças das vivências dos irmãos Nara, João da Costa, Gerson e Geneci, destacando seus processos de autoreconhecimento na relação com o território e de fortalecimento da luta coletiva do quilombo junto a outros parceiros e outras comunidades.

Porto Alegre, Dezembro de 2021.